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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Como nos queremos amar!


Por um poema
que o sentiste
e não esqueceste,
nossas almas se juntaram
e nossos corpos se uniram!

Naquela noite
e juntos à lareira,
relemos o poema:
abraçaste 
e beijaste meu corpo,
deste o teu para eu beijar
e rolámos pelo tapete do amor!

Teu corpo
manifestou o desejo
que andava escondido…
… entregámo-nos a ele,
que explodia…
há muito tempo…

Naquela noite
e com os corpos
exalando amor,
amor sem limites,
começou em nós
um amor sem hesitação,
com muita paixão
e um amor sem recuo!

Como 
nos queremos amar!


José Manuel Brazão


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