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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Lamento da Poesia

Tão perto já estivemos,
mas vejo-te distante,
não sei, mas sinto!

Dou-te
o amor que posso,
e apenas
que sejas generosa,
que me acompanhes
nesta vida ruinosa,
em que o ar que respiro
é o que me resta!

Apenas
que compreendas
um homem de amor,
que te vê
para além do desejo
e do prazer!

Mas
vejo-te distante …

O poeta
não abandonou a poesia,
mas a tua inspiração
anda alheia,
sem motivação

e não és a mesma do passado...

José Manuel Brazão

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