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domingo, 26 de agosto de 2012

Ironia


Às vezes eu morro de rir,
De rir eu quase me mato,
Desatinadamente rio,
Até chorar.
De tanto rir.

Outras vezes, eu choro,
Até que eu me acabo
De tanta raiva, de tristeza
Eu me arranho e nem sangro
Choro, até rir.

E entre o riso e o choro,
Vejo o vermelho da rosa,
Vejo o negro do luto,
Vejo o branco da paz,
O cinza do desespero,
Me enredo nessa trama
Da vida, pobre novelo...

Às vezes eu morro de rir,
Outras, rio para não morrer.

Quem foi mesmo que pintou de azul
Esse céu? E para quê?

ana bailune
em participação especial

Ana querida Amiga
Tenho muito gosto de a publicar
como Poeta para além de Amiga e
nossa leitora habitual.
Beijo do ZÉ

Ana Bailune disse...
Uma linda surpresa! Muito obrigada!

1 comentário:

Ana Bailune disse...

Uma linda surpresa! Muito obrigada!