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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sopro de amor


Nos braços da paz e na calma do pensamento
Percebo que não perdi a direção dos sonhos
Pois na brisa suave que desliza do vento...
Sinto flutuarem os dias tristonhos.

Residem suaves murmúrios dentro do coração
Desde que disseste que toda manhã me procura
Nunca morreu dentro de mim esta paixão...
Pois um imenso amor não tem cura.

Sinto uma leve ternura a me tocar
Como do vento que balança as flores
Com a esperança que vejo chegar
Junto com a primavera e suas cores.

Flutuam pra longe as névoas da dor
E todas as margens sofridas de saudade...
Já vejo nuvens brancas cheias de amor
Num céu azul bordado de felicidade.

Belarose

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