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sábado, 6 de agosto de 2011

Eu não consigo parar de te amar

Neste momento a saudade tua é minha
E a minha saudade é tudo do nada que restou
Aqui, neste plano feito azul dourado em sol
E as lembranças brotam
Nos imensos jardins dos sentimentos
Clamando o teu sorriso, as tuas mãos
O teu abraço e o nosso enlace terno
Atrevido e sorridente
Jogando o jogo do contente
É...eu não consigo parar de te amar
Fostes embora para o além do universo
Num momento tão difícil
E depois que partistes
Ficastes aqui em mim
Nessa sintonia de proteção e alegria
Nesse estar junto
Em que sinto a tua companhia
Nesse acordar
E perceber o quanto nos dissemos
O quanto combinamos
Dos reencontros a fazer
A ter
AH! meu amor,
Meu sublime, único e sensível amor
Tuas luzes, tuas cores, teus sabores, tudo de você
Em mim
Chora de saudade, como verdadeira tempestade
Com raios e trovões macabros e aviltantes
Em dissincronia com a paz que existe em nós
Nessa sua alforria que sentencia a minha prisão
Por que por mais que o amor me circunde
Nessa magia, por outros olhos que não os teus
Maior se faz porque respeita
Esse meu amor que pede
Volta....

Márcia Fernandes Vilarinho Lopes
Minha convidada especial

Márcia

 Eu leio-te bastante como a outros Colegas, porque nas minhas leituras aprendo ao longo da minha carreira.
 Mas hoje parei para dizer-te que nos últimos tempos não li poema mais lindo do que o teu!
 Estou impressionado até mesmo deslumbrado!
 Em tempos a nossa Amiga Marilândia usou para mim a expressão: pérola poética.
 A ti direi que este poema é a pérola das pérolas poéticas!
 Beijo com carinho
do



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