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domingo, 14 de agosto de 2011

Vida


É o amor que nos agasalha
como se nos cobrisse
célula a célula...

Ah! Como Te louvo adoro e exalto
pelo sangue carmesim
derramado naquela cruz.

Se soubesses meu Amor
para que lado nos corre a vida
dentro de uma célula maligna
e não tivéssemos Deus
para nos jorrar o seu sangue
vertido naquela cruz,
que nos lava nos cobre
e nos faz ressuscitar.

Ah! Que solidão carregamos
nas dores que não conseguimos suportar
não é uma dor inssana,
de quem não sabe viver a vida,
fruto de paixão doentia
ou de emoções descontroladas...

São dores que dilaceram
o corpo que queimam e matam
segundo a segundo
através de algo que corrói
nas células malignas
que se multiplicam.


Não,não é a dor
que me entristecerá,
tudo faz sentido
porque Ele está lá
naquele sorriso de palhaço,
naquela mão, naquela amiga
naquele vizinho, naquele médico,
enfermeiro, nos familiares
que não nos abandonam
se dobram e desdobram
para nos fazer sorrir.

Existe sempre uma saída
na história das nossas
células, elas pregam-nos partidas
mas nós acabamos por dar-lhes
como antídoto o pior inimigo
que com amor se reveste
cura restaura, ergue e supera...

Alice Barros
em participação especial

Um monento como terapia na Vida.
José Manuel Brazão

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