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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ir embora??

Embora eu ia de ti.

Na mala, levaria

Carinhos trocados,

Juras ditas,

Ternuras vividas.


Embora eu ia de ti.

Na mala, carregaria

Canções cantadas,

Olhares trocados,

Gozos infindos,

O muito de nós.


Mas, embora eu fosse,

Sei que restos de mim

Sempre ficariam.

Como ficariam

Restos de ti em mim.


Mala na mão,

Mão na maçaneta,

A porta que não se abria.


E não se abria

Porque a mala na mão

Recusava passar pela

Porta fechada.


E houve o olhar para trás

E a porta fechada

Se abriu num sorriso lindo.


Ir embora agora?

Mas tão desoras?

Ah, não, senhora!

(..TE AMO!) 



Nanda Costa
Nanda querida
Bem vinda ao nosso Blog.
Uma eterna amiga-irmã!
Beijo do ZÉ

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