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sábado, 6 de agosto de 2011

Angústia dum amor


Estou vazia!
Já não te tenho mais amor…
E tortura-me esta dor,
Pela qual anseio e amo,
Com tanto ardor…

Já não! Já não me espreitas amor!
Os nossos dias acabaram,
Já não têm Mais cor,
E esqueci o que senti,
Quando te esbocei ao rubor.

Já nada resta,
A nossa parceria,
A forma como te alinhava na minha poesia,
Acabou!
Não te amo mais…

E dispo-me de ti,
Enterro ainda em sangue o que vivi,
Aqui e ali,
Enquanto te escrevi….
Morri amor!

Estou de partida,
Vazia e amargurada…
Deixo-te para sempre,
Não te quero encontrar mais!
Espero que não me voltes a tocar…

Marlene

[....]

Foi belo o amor que te dei
e os momentos vividos,
que não se repetem, apenas ficam
na memória do tempo!

Foi belo aquele amanhecer
que gerou dentro de ti,
a paixão, o amor
nunca antes vivido
e que voou e nos juntou
num sentir forte,
muito forte, que parecia eterno!

Um eterno enquanto durou…

Ficam marcas desta paixão,
deste amor original, uniu corações
que só nós entendemos
e o destino...

José Manuel Brazão 






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