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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Amo-te

Nas Primaveras do teu sorriso
Balanço-me sem medo do tempo
Não existem ponteiros no meu peito
Só o bater de um coração
Que chama por ti, sem pressas

Espero, paciente
Que me dispas o silêncio
E que te entregues
Aos murmúrios do meu corpo,
Ferida aberta de paixão
Que afago suavemente
Com a palma da minha mão

A vindima é perfeita
Quando colho o brilho do teu olhar
Fruto maduro e cuidado
Que eu deixo, em mim, fermentar
Embriagando o desejo, sufocando a saudade
Para que possa sorrir sem deixar de sonhar

Em breve, provaremos o vinho novo.

Vanda Paz

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