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terça-feira, 5 de julho de 2011

Quase partias...

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Vi quase partires!
Falei com a esperança,
chorei e supliquei
por ti
pela “rosinha do nosso jardim”
em crescimento.

Que seria sem ti?

A esperança sorriu-me…
e nesta aflição
palpita o meu coração;
não quero que partas!
Não quero;
que levem a mim,
tão pronto, eu estou…!

José Manuel Brazão

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