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sábado, 9 de julho de 2011

Meu corpo, teu abrigo!


Seu amor é minha cama.
Me ama,
habitação do meu repouso.
E pouso, 
em suas mãos suavemente.
E sentes,
minha pele e meu gozo.
E morro,
no seu colo em que escondo.
E sondo,
as batidas do seu peito.
E aceito,
que elas gritem 
por meu nome.

Sandra Freitas





[....]

Vem meu amor
deita em mim
para sentir teu corpo
como cobertor
do desejo e prazer sem fim!

Sinto
tua pele e teu gozo
nesta loucura possuída
pelas minhas mãos
Suavemente
em teu corpo delirante!

José Manuel Brazão

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