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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Quem é a Mulher e a Poeta ANNA CARVALHO?

Anna querida
Poeta que se preze e saiba bem a sua Missão faz na sua carreira textos como este que cabei de ler!
Deste uma lição de VIDA do teu coração de Mulher e Poeta, que eu amo, respeito e admiro!
Beijo grande
José Manuel Brazão

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Zé meu querido,
Nesse texto a poeta é mensageira do coração de mãe e mulher, pois sofro de verdade com o que vejo.
É um grito forte e real em minh'alma.
A intenção não é promover esse "mal" de forma alguma e sim conscientizar, fazer minha parte digamos assim. Mas sei que não preciso dizer isso afinal me conheces bem como mulher e poeta...
Agradeço suas bonitas palavras e o bonito gesto de postar o texto em teus blogs, assim fará com que esse grito tenha mais eco.
beijão, Anna.





Assista ao mundo que existe além dos muros de sua casa!

FOME é o monstro interno que devora o estômago da criança!
Criança que chora a miséria do mundo desigual, onde o rico joga no lixo o que julga ser nada:
ESPERANÇA no futuro de milhares de vidas semi-mortas pela descrença em lideres de governos falidos.
Quais sentimentos esses futuros adultos (se chegarem a ser) terão dentro de si?
Poderemos achar a fé em peitos apedrejados pela desigualdade humana?
Vejo a dor latente nos olhos da mãe com seu filho pele e osso, franzino pela fome que o corrói, vejo nos olhos uma pergunta sem resposta:
Será que Deus se esconde nessa hora?
Inúmeros corações questionadores sem saber ao certo a razão da vida ser cruel para uns e “humana” para outros...
Vejo o homem-bicho aquele que joga resto de vida no lixo!
Tão egoísta, serve em seu prato bem mais do que o corpo precisa.
Dai luz à criança que chora de fome, que treme de frio, que NÃO SONHA!
Sim, a morte dos sonhos é verdadeira morte em vida, ver olhos pequeninos sem o brilho da esperança. Acreditem: São mesmo olhos de criança!
Olhos que gritam: MUNDO EU EXISTO! Não pedi para nascer...
E clamam: dê-me o berço, o colo, o sapato, a comida, dê-me o AMOR!
Aqui no peito de HUMANA e mãe, a revolta grita de mãos atadas...
Em meus olhos uma lágrima gélida em súplica:
-Senhor dá-me motivos para ser poeta!
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