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domingo, 17 de junho de 2012

Infinito


É com as mãos estendidas ao infinito
Que ato meu corpo junto ao teu
Nesse momento me perco
Para no futuro te encontrar
No céu, as estrelas esperam
Enquanto cometas vagueiam
Em busca de nosso olhar

A eternidade nos espera, amor meu
Enquanto flores abrem suas pétalas
Para nosso futuro lar enfeitar
Entendemos juntos essa harmonia
Que desfaz-se em bolhas de sabão
Juntando todos os nós e desatando-os
Um por um, restando apenas nós

E quando cai a noite nessa cidade
Tudo o que não sinto é solidão
Sinto apressado pulsar meu coração
Na espera doce do tempo em que virás
Escrevo poesias talhadas em sentimento
Enquanto vejo na lua tua imagem
E todo o resto, é pura bobagem.

Luciana Silveira


* Um belo poema como sempre escreveste! Não deixes o talento adormecer!
Beijo do ZÉ



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