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sábado, 23 de junho de 2012

Gosto de Saudade


Um fino fio
Marca o rosto
Suave, incauto
Brilhante, dolorido
Face cortada, ferida
Pelo caminho da lágrima
Que repousa sem cor
No canto esquerdo da boca
Triste, molhada
Pálido rosto entristecido
Maculado, estremecido
Treme o canto dos lábios
Enlouquecidamente saudosos
Temerosos, enrijecidos
E o gosto da saudade arrepia
Arrebata, mata, morre
Como o sol no poente
Resta, um fino fio...


Não tenho palavras ao ler seu poema num momento frágil para mim! Deixo-lhe as minhas lágrimas de emoção de Homem e Poeta!
Abração do ZÉ


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