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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Em silêncio...


Em silêncio...
O vento sopra brandamente
Aspiro a poeira dos tempos…
Em silêncio o tempo passou...


Escuto ecos que invadem aquela sala tão antiga…
Um piano parece tocar sozinhas
sua harmonia e canção…
A quatro mãos entrelaçadas em sintonia…

E só tu sabias o quanto elas podiam tocar...
Seus acordes ecoam na brisa
- Canções de amor longínquas –
Inatingíveis... Perdidas...
No transcorrer da vida...

Mas só eu as ouço... Em silencio
E assim grito ao vento… Assim clamo a dor deste amor…
Em silêncio!

celina vasques

1 comentário:

Ana Bailune disse...

Lindo, José. O silêncio guarda as respostas...