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domingo, 17 de agosto de 2008

A beleza


Chegas!
Todos te olham,
todos te admiram.
Olho e fixo a tua imagem,
vejo a sala com mais luz.
Olhas e vês que te olho;
ficas tímida e todos riem.
Havia empatia,
sem sabermos a que se devia.

Hoje sabemos!
Eram as energias em sintonia.
Ias embora e a sala perdia luz.

Amavas!
Farta de amor solitário,
procurando na liberdade,
a felicidade,
partiste, abruptamente,
para esse mundo mais feliz!

Senti dor, muita dor.
Tinha perdido a tua beleza,
o teu aroma especial,
perfume natural:
essência de rosas.
As minhas palavras
ficam molhadas,
das lágrimas que me correm;
lágrimas de alegria
pela tua felicidade
e pela tua serenidade.
Fecho os olhos:
vejo-te vestida de rosas,
não importa a cor.
São rosas!
Abro os olhos
e parece que sonho:
vejo o meu poema
coberto de rosas;
de amor por ti,
eternamente …

José Manuel Brazão

2 comentários:

Pedra Filosofal disse...

Gostei de conhecer a tua poesia... mesmo!

Maria Manuela Amaral disse...

Gostei de te ler! Muito.

Beijinhos***