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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Apesar dos tempos

Perdida em meus sonhos
procuro desvendar
A minha alma...
escuto as notas de um piano... Procuro ouvir o som
Do vento... Quem sabe num harmonioso encantamento...
Nada escuto... Uma sombra de dor diz-me quem sou...
O que fui... Quem serei....
numa distância infinita deixei habitar o mal
Gargalhadas que vem com a brisa... rasgam minha sensível essência...
São tão estranhos os tempos...
Muitas vidas, anel alucinante, caminho prolixo...
Nebulosos meus olhos... Não mais vislumbram horizontes...

Entre minha alma e o amor existe um estigma de punhal
um olhar sem rumo... Uma dor… ferida que arde muda...
E ainda sangra
Apesar... Dos tempos!

celina vasques

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