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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

No resto da minha Vida

Já pouco me resta...
Já muito levaram de mim
por casos da Vida...
partidas para além do azul
de filho, pais, irmãos,
gente querida, muito amada,
além dos amores da minha Vida,
vividos com intensidade
e a ansiada felicidade!

Guardo o que pude guardar
neste coração sensível,
que é o meu cofre,
porque tudo vivido
em horas tristes e alegres,
são as minhas joias!
Riqueza assim não há igual...
Nem tudo levaram:
existe a minha Poesia,
escrevendo sempre
pelo menos os primeiros
dos meus últimos poemas!

Não peço nada à Vida,
apenas aquilo que seja  merecedor,
um pouco de carinho e de amor!



José Manuel Brazão

1 comentário:

Ana Bailune disse...

É engraçada, José, a maneira que a vida tem de, tirando-nos tanto ao longo do tempo, dar-nos tanto.