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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Distante

Tentei seguir um rumo a deriva,
afastar os pensamentos ruins,
ver primavera onde o outono surgia
e verão queimando o inverno.

A desilusão tomou conta de tudo
devastando a poesia, o ritmo,
o bom humor...

Apaguei o sorriso que carregava no rosto
Aquele que se abria sozinho ao lembrar de ti
Parei de ver estrelas cadentes...
de imaginar imagens nas nuvens. 

Não há revolta, há certeza de que para ser feliz,
não basta palavras doces, e versos melosos
é preciso amor verdadeiro, sincero.

O tempo continua a correr 
envolvendo-me no silêncio,
calando os sentimentos 
e os sonhos coloridos

Assim, sinto você
mais e mais e mais
Distante!

Su Simon


1 comentário:

Ana Bailune disse...

Olá, José.
Li também no blog da Su. Um poema lindo!