
Mordo o desejo
No pulso dos teus cabelos
Destapo o olhar
No corpo nu
Nado na imensidão
Do liquido embriagante
Transpirado dos teus lábios
O ventre encontra
A tua ilharga
Descubro ecos impulsivos
Vindos do íntimo peito
Amortalho o teu manto
Com o véu da vontade
Céu aberto nas asas
Do amatório
Conjuntura
De estrelas em volúpia.
Ana Coelho
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