Pensei em lhe entregar uma bela carta de amor, como fiz antes, mas não irei lhe entregar. Hoje parei para pensar numa coisa, eu fui o teu segundo plano, a outra opção, e quando não lhe tornou bom ficar ao meu lado, simplesmente ouvi dizer que não me amava mais, a verdade é que sei que nunca me amou (me contaram isso). Ah meu coração quanto te amou, quanto se machucou, mas hoje meu querido; não sinto ódio a você e sim a mim, como fiz isso comigo?
Que amor foi esse tão grande ao ponto de me cegar?
Penso que o único sentimento que é suficiente para destruir amor é o ódio, bem, talvez seja isso que ocorreu agora.
Posso lhe dizer também que o amor é um sentimento muito puro para ser entrega á qualquer pessoa assim como você, uma jóia rara melhor dizendo. Errei muito, e o pior, isso me trouxe uma péssima consequência.
Bem meu querido, eu soube te amar, mas não esquecer talvez por esse motivo esteja escrevendo essa carta, e sem coragem de entregá-la a você.
Só mais uma detalhe, essa carta não será excluída ao menos que você me peça, como um comentário, lógico, e também não poderá copiá-la para mostrar á alguém que você queira se observar ao final da carta tem um tópico com um tipo de licença.
Como tudo poderia ser diferente ein?
Espero ser a última pessoa a você magoar.
Agora sim, adeus.
Seja feliz meu querido amado.
Sarah Alves Brazão
1 comentário:
É espantoso, sem dúvida. Estamos a falar (escrever) de uma criatura de catorze anos...
Adorei ler.
Um abraço
AntónioM.R.Martins
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