
Queres partir,
mas dizes com nostalgia.
Uso o espanto,
provoco o silêncio.
Penso
e compreendo!
Esse não era o caminho;
outro haverá!
Procura e luta.
Nada acontece por magia,
a Luz virá:
... quando partires
deixa-me o teu rasto …
mas dizes com nostalgia.
Uso o espanto,
provoco o silêncio.
Penso
e compreendo!
Esse não era o caminho;
outro haverá!
Procura e luta.
Nada acontece por magia,
a Luz virá:
... quando partires
deixa-me o teu rasto …
José Manuel Brazão
2 comentários:
Não deixarei as marcas na areia, nem pão pelo chão... peço às estrelas para brilharem onde estiver o meu coração...
E esta hem??? beijos
Não sei porquê, o seu poema aqui tem maior beleza, do que quando li no cantinho.Voçê tem um trabalho bem feito aqui... com muito gosto.Tentei usar seu endereço, não sei porquê, não deu.
fernandaroc@msn.com
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