
Passaram dez anos em que tu - João - partiste na viagem necessária! Pareceram longos, mas para mim não dei pelo tempo, porque existes sempre!
Muitas vezes – por instantes – julgo que estou só, mas pensando em ti fico confortado e não sinto a casa vazia.
Nos últimos meses emana de ti e de Deus as forças que necessito para continuar o meu caminho.
Em Agosto de 2005 escrevi um poema sobre o mundo de alguém. Pensei e inspirei-me em ti, lendo um pensamento.
Escrever o que a voz do meu coração me diz, seria uma crónica infindável. Fiquemos pela singeleza do meu poema e pela grandeza da tua Alma!
“ Posso não ser ninguém no mundo…”
Não sou ninguém no mundo, neste mundo.
Mundo caduco e envelhecido,
para muitos, mais empobrecido
de valores morais.
Não sou ninguém no mundo, neste mundo.
Para muitos, mundo enriquecido
de invejas, arrogâncias,
cobiças e intolerâncias;
falta de amor!
Sinto tanta dor
por esta forma de viver,
que antes morrer,
do que ser alguém neste mundo.
Sonho,
vivendo a esperança
dum mundo melhor:
de harmonia e paz.
Sinto,
que nos meus pensamentos
e nos meus sentimentos,
existe um mundo de alguém!
José Manuel Brazão
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