terça-feira, 5 de maio de 2015
Nos sentimos tão perto...
Pela janela olho a chuva,
os pingos parecem lágrimas!
Lágrimas da saudade
de não estar junto de ti!
Penso e repenso
a luz que sentiria
ao ver aproximar
o teu corpo do meu!
Abraçar-te, beijar-te,
dizer quanto te amo
e irmos
até ao lago da paixão!
Lago dos nossos desejos
e prazeres, dos nossos sonhos
que viraram realidades,
num tempo e momentos felizes!
Deixo de olhar a chuva;
continuo só,
apenas pensando…
… tu e eu nos sentimos…
tão perto!
José Manuel Brazão
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Desejo
Ao encontro
de um mar de afectos,
vou.
Das vagas de carícias,
de beijos,
salpicados de sorrisos,
desejados e prolongados.
Ao teu encontro vou.
Ao encontro do raiar
do teu abraço quente,
do peso
do teu corpo presente.
Do amor,
do prazer.
Das verdadeiras cores
de um momento,
ao brilho de voltar a amar.
Ao teu encontro vou.
Vou
e deixo-me ficar...
Vanda Paz
de um mar de afectos,
vou.
Das vagas de carícias,
de beijos,
salpicados de sorrisos,
desejados e prolongados.
Ao teu encontro vou.
Ao encontro do raiar
do teu abraço quente,
do peso
do teu corpo presente.
Do amor,
do prazer.
Das verdadeiras cores
de um momento,
ao brilho de voltar a amar.
Ao teu encontro vou.
Vou
e deixo-me ficar...
Vanda Paz
sábado, 25 de abril de 2015
sexta-feira, 10 de abril de 2015
VANDA PAZ
Existe um borboletear no meu pensamento
Uma inquietude de mãos cheias de nada
Um remoinho de sentidos que se exaltam
Mas as palavras encolhem-se no olhar
E as frases escorregam pelo canto da boca
Enquanto os dedos saltam de folha em folha
À espera de um branco ausente
Tempo houve em que cruzei oceanos
Falei com as estrelas
Lutei com montanhas e sonhei ser mulher
Chorava com as nuvens, deitada na maré
Colhia o sorriso das crianças e sentia-me poema
As palavras corriam alinhadas de noite e de dia
Da dureza da vida fica o branco
Até à chegada voluptuosa da primavera
Onde o peito cresce e o sorriso alarga
E o frenesim dos dedos agiganta
Desenho sentimentos de cores garridas
Escrevo a saudade na madrugada
E de braços bem abertos recebo a poesia
Vanda Paz
Fico feliz pelo teu regresso à Poesia...
Uma inquietude de mãos cheias de nada
Um remoinho de sentidos que se exaltam
Mas as palavras encolhem-se no olhar
E as frases escorregam pelo canto da boca
Enquanto os dedos saltam de folha em folha
À espera de um branco ausente
Tempo houve em que cruzei oceanos
Falei com as estrelas
Lutei com montanhas e sonhei ser mulher
Chorava com as nuvens, deitada na maré
Colhia o sorriso das crianças e sentia-me poema
As palavras corriam alinhadas de noite e de dia
Da dureza da vida fica o branco
Até à chegada voluptuosa da primavera
Onde o peito cresce e o sorriso alarga
E o frenesim dos dedos agiganta
Desenho sentimentos de cores garridas
Escrevo a saudade na madrugada
E de braços bem abertos recebo a poesia
Vanda Paz
Fico feliz pelo teu regresso à Poesia...
quarta-feira, 18 de março de 2015
Até um dia...
Até um dia
não sei quando será,
mas sei que amanhecerá
em nossas vidas
para receber alegria
e findará a fantasia!
E nesse até um dia
diante de nós a realidade
com a esperança
dum acordar promissor
para continuar este amor,
grande amor pela Vida!
José Manuel Brazão
domingo, 8 de março de 2015
Dia Internacional da Mulher (Calor de uma Mulher)
Mulheres da minha Vida
Amores que entraram
e ficaram em mim
como se fossem eternos!
Vivi cada um
me dando de corpo e alma
esquecendo a vida,
a minha vida,
sonhando
e vivendo esses amores,
como se fossem os únicos,
os mais belos
com entrega,romantismo,
beleza e emoção...
Todos guardados
em mim
neste coração infinito
que não abandona
quem amou
e ama
e levará consigo
após o sorriso final,
O amor
Desses amores!
José Manuel Brazão
http://www.youtube.com/watch?v=3qW4JP0N7Lo&feature=player_embedded
e ficaram em mim
como se fossem eternos!
Vivi cada um
me dando de corpo e alma
esquecendo a vida,
a minha vida,
sonhando
e vivendo esses amores,
como se fossem os únicos,
os mais belos
com entrega,romantismo,
beleza e emoção...
Todos guardados
em mim
neste coração infinito
que não abandona
quem amou
e ama
e levará consigo
após o sorriso final,
O amor
Desses amores!
José Manuel Brazão
http://www.youtube.com/watch?v=3qW4JP0N7Lo&feature=player_embedded
terça-feira, 3 de março de 2015
Nas asas do vento
Nas manhãs sempre acordo com a sensação
Que sou pássaro sobrevoando o céu...
Em meus lábios um sorriso ao pensar
Num provável reencontro de sentires...
...mas só encontro as asas do vento...
Arrancando meus sonhos em meio a tempestades
Sem conseguir acalmar a dor... Da solidão...
Queria lembrar estes sonhos ao amanhecer
Mas... Perco-me em pensamentos e sentires...
Fecho os olhos a divagar sobre as lembranças...
Muitas vezes felizes...
Minha inquieta alma não me deixa ver onde jaz
A verdade ou a ilusão... E eu sigo voejando nas manhãs
Em devaneios...levada pelo vento!
celina vasques
Que sou pássaro sobrevoando o céu...
Em meus lábios um sorriso ao pensar
Num provável reencontro de sentires...
...mas só encontro as asas do vento...
Arrancando meus sonhos em meio a tempestades
Sem conseguir acalmar a dor... Da solidão...
Queria lembrar estes sonhos ao amanhecer
Mas... Perco-me em pensamentos e sentires...
Fecho os olhos a divagar sobre as lembranças...
Muitas vezes felizes...
Minha inquieta alma não me deixa ver onde jaz
A verdade ou a ilusão... E eu sigo voejando nas manhãs
Em devaneios...levada pelo vento!
celina vasques
segunda-feira, 2 de março de 2015
Regina Ragazzi
Desconverso um tal verso no papel
querendo fazer parte do poema.
Se eu digo sim, ele diz não.
Se escrevo vermelho, ele entende roxo,
e ainda quase quebra as asas do meu pássaro
em pleno voo.
Esse verso é surdo, é chulo, é burro
e não tem desconfiômetro!
Empurrou a última palavra da terceira linha
folha abaixo
só pra ver se eu o encaixo.
Mas eu digo nãos!não!e não!!
Então só de maldade ele apaga a palavra
Alegria ( da mesma terceira linha)
e escreve Saudade!!
regina ragazzi
querendo fazer parte do poema.
Se eu digo sim, ele diz não.
Se escrevo vermelho, ele entende roxo,
e ainda quase quebra as asas do meu pássaro
em pleno voo.
Esse verso é surdo, é chulo, é burro
e não tem desconfiômetro!
Empurrou a última palavra da terceira linha
folha abaixo
só pra ver se eu o encaixo.
Mas eu digo nãos!não!e não!!
Então só de maldade ele apaga a palavra
Alegria ( da mesma terceira linha)
e escreve Saudade!!
regina ragazzi
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Sentidos perdidos
Larguei emoções adormecidas
e vou embrenhar no teu fundo,
desbravar carreiras escondidas
nas profundezas do teu mundo,
entrelaçar caules e frutos
em enxertos reais e profundos,
esgrimir-me em gestos brutos
e suaves beijos vagabundos.
Hoje despertarei a loucura
pela hirta nudez despoletada,
afagando ciente de ternura
essa via bem iluminada.
Vou agarrar, de qualquer forma,
teu ávido peito acalorado,
pelo abraço tenso sem ter norma
ao teu sensual vinhedo bordado.
António MR Martins
e vou embrenhar no teu fundo,
desbravar carreiras escondidas
nas profundezas do teu mundo,
entrelaçar caules e frutos
em enxertos reais e profundos,
esgrimir-me em gestos brutos
e suaves beijos vagabundos.
Hoje despertarei a loucura
pela hirta nudez despoletada,
afagando ciente de ternura
essa via bem iluminada.
Vou agarrar, de qualquer forma,
teu ávido peito acalorado,
pelo abraço tenso sem ter norma
ao teu sensual vinhedo bordado.
António MR Martins
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Sinto-te feliz!
Quando aproximas
de mim
e nossos corpos se abraçam,
sinto-te feliz
esquecendo o passado
que é passado
com o presente a ser vivido
e um futuro para provir!
Em cada dia
um novo amanhecer
com o Sol a despontar
e a Lua a contemplar!
Sonhos se realizam
pelos teus anseios
em que acreditas
e sorris
pela Luz que te ilumina
neste novo caminhar,
que desejamos infinito
e com o horizonte por alcançar!
José Manuel Brazão
Subscrever:
Mensagens (Atom)
0
comentários









