
Cai o pano,
chega o vazio,
cresce a mágoa.
A sala
está cheia de nada.
Acaba o teatro,
mata-se a personagem.
Cada um segue o seu caminho.
E o actor…
Morre também,
outra vez…
As lágrimas
já de nada servem…
A vida … essa …
Já não tem brilho…
Que se apaguem as luzes,
para sempre…
Vanda Paz
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