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sábado, 8 de janeiro de 2011

Bom dia, Vida!


A aurora aconchega
o termino das brumas,
nevoeiros que se apagam
nos tons róseos nascentes…

Os passos do destino
percorrem mais um vértice
no despertar das horas tardias…

O canto dos colibris
afagam nuances
da íris castanha,
cresce a luz a cor e o som
da natureza…

Os aromas da terra mãe
fervem nos beijos da lua,
amortalham-se em sonidos
no silêncio que os lábios vestem
num sorriso mudo
a vociferar,
bom dia, vida!

Eu aqui e tu em mim
para mais uma etapa
desta longa corrida…

Ana Coelho

Te deste! - Poemas sensuais - Poemas e Frases - Luso-Poemas


Te deste! - Poemas sensuais - Poemas e Frases - Luso-Poemas

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O sofrimento - O desespero



O sofrimento

Às vezes nos perguntamos por que temos que passar por tal dificuldade? Talvez a resposta seja mais simples do que imaginamos.

Com o tempo começamos a entender o quanto foi importante ter vivido aquela experiência e o quanto seremos gratos por isso.

O sofrimento tem o dom de tornar a vida mais doce, mesmo que no início o seu gosto seja amargo. Obriga-nos a tomar a dianteira da vida, nos impulsiona a reagir, nos estimula a tomar uma atitude.

Talvez a dor seja apenas emocional, mas fisicamente tens tudo, só precisa coragem para subir no palco da vida. É preciso deixar as tristezas de lado e seguir em frente.

Graciele Gessner



O desespero


Quando uma pessoa está na fase de desespero é porque perdeu a esperança, o alento e por aí fora…

A sua mente está confusa e reflecte-se no próprio corpo tornando-se doentio.
Vivendo com esperança e alento ganhamos forças para enfrentar os obstáculos e as contrariedades que se nos deparam no nosso caminho (Vida).

Já passei por isso e notava que perdia o discernimento, andava perdido sem saber como dar a volta. Se era 2ª feira e tinha um caso para resolver na 4ª feira, naquele dia começava a martirizar-me sobre o assunto. Quando chegava o dia encontrava-me esgotado e sem o assunto resolvido.

Alterei a minha forma de estar na Vida e grande parte dos meus comportamentos ajudaram-me a viver!

Hoje, vivo um dia de cada vez, não pensando no ontem, mas no hoje e, amanhã logo será!

Sou um homem com esperança, mas sempre!

Agora a vida é para mim uma coisa bela e por isso, também por isso ganhei muitos afectos e carinhos de pessoas que conheço pessoalmente e de outras que apenas me contactam.

Existem pessoas que vivem muito mal, algumas até confrontadas com a miséria.

O que fazem elas: Não desesperam; esperam …

Com esperança e saudades do futuro!

José Manuel Brazão

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Um pouco de mim...


Pela Vida
um pouco de mim
iria viver contigo
nesse ser que esperavas,
já amavas
e eu em comunhão
já o trazia no meu coração!

Os braços não cairão
por uma desilusão,
que é apenas
um caminho, um destino!

Outros dias virão
para fortalecer a resignação
de uma Mãe, de um Pai
e de mim, que vos amo!

José Manuel Brazão


* O meu pensamento nos meus queridos Amigos: Nanda Costa e Flavio *

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Vida e Poesia


Nosso viver é como um oceano
Cheio de riquezas e desejos.
Num jeito tão especial e marcante,
Dando toques de puros anseios.

Nossas vidas recheadas de inspirações,
Nossos versos se enlaçam
E nossos escritos encantam.

Graciele Gessner

No silêncio da poesia germina


Esta manhã andei folheando os livros da vida
Suas folhas tinham-se tornado em matizes coloridas
Com palavras que escolhi, cartas do verão passado.

Olhei os poemas com letras desbotadas
Removi pecados passados em um texto amarelecido
Encontrei uma página em branco

Plantei os bulbos das palavras que me veio em mente
Plantei algumas consoantes
Caprichei um pouco mais em um quadro de vogais

Estou rodeada de fileiras de canteiros
Os acentos com um ar aromatizado
Semeado para fazer um pequeno recanto de lendas

Mais tarde preparou a praça de pontuação
Uma fila de vírgulas, um pouco de exclamações.
Uma saraivada de vários pontos e perguntas

Eu coloquei o efeito estufa na feira das Maiúsculas
Cobri parênteses com minúsculas
E cercado por caracteres, um tule especial.

Enxuguei a papelada com estilo
Armazenado em um frasco de vidro frágil inspiração
Fechou o livro na página e tornou-se febril

No jardim das palavras, a disposição chegou
Eu comecei plantando guardas not books
No silêncio, os poemas podem germinar.

Rosangela Colares

Sentimentos silenciosos


Zumbe o silêncio tão certo e poderoso,
neste nosso lar, onde a tua imagem reparto
com aquele momento inquietante e saudoso,
de um adeus que choro neste silencioso quarto.

Branca e silenciosa a neve na noite cai,
tão igual à que cai ao teu redor... branca e fria,
mas nem por isso esta distância se vai
nem com o partir da noite e o chegar do dia.

E esquadro um olhar suave, tímido e cálido,
falo contigo e escondo que é triste a minha hora
e com a alma rasa de choros do meu peito pálido
não falo da queda das lágrimas, quando foste embora!

Fernanda Rocha Mesquita

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Que vida...? ... e fez-se Luz!



Vida que vivi
e não desejava!

Uma vida
no tempo disfarçando,
como se tudo estivesse bem!

No silêncio
vivendo a verdade,
amarga,
muito amarga,
mas resignando
às desventuras,
pensando no sofrimento,
muito sofrimento,
de outros…

Cansado, penso que o caminho
se desviou de mim
e não tenho a quem perguntar:
para onde vou?

Sei
quantas pedras desviei,
sei
quantas lutas travei,
mas não sei,
porque o amor se esconde.

Tem vergonha de mim?

Penso que não!

Terei dado
a quem não merecia?

Talvez!
Mas não me arrependo,
porque o amor dá-se
e não se retira!

O amor reacendeu
no meu coração!

Apareceste como um Anjo
que procurava!
Fez-se Luz…
Minha Vida te sorri…

José Manuel Brazão

*Tudo nasceu em 12 de Março de 2009 entre Vitoria (ES-Brasil) e Lisboa (Portugal)*

Com este poema conheci a minha mais antiga parceira na poesia de amor NANDA COSTA.

Um poema que marca no tempo duas Vidas para sempre!


Você é um amigo que quero que seja mais chegado que um irmão.
Um amigo mais que especial pra mim.
Nanda Costa

Promessas - Poemas de amor - Poemas e Frases - Luso-Poemas


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Uma rosa no céu


Desculpa ser tão ciumenta
Talvez por tanto te querer
Num amor assim como o nosso
Não entra mais nenhum ser
És tu…
Eu!
E o prazer…
Talvez o mundo dê voltas
Para ver o amor a crescer
E uma rosa se abra
No céu
Para nos ver morrer.

Cristina Moita