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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Momentos


Deixem-me sozinha,
com as minhas aias
Já agora com os meus ventos
Os meus tempos
Os meus rebentos
Os meus ais
Os meus tais
E tudo mais…
Deixem-me!
Gosto de estar sozinha
Gosto de estar acompanhada
Tenho tempos
Momentos
Lamentos
Segmentos
E há momentos,
E momentos
-Não tenho medo de morrer!
Será do tempo…?
Do momento
Do local no tempo
Quero seguir…
Hoje não tenho vento
Amanhã quem sabe
Será o tempo?
O pensamento?
Ou uma volta no vento
O fim do tempo
Ou inicio do vento

Cristina Moita

Versejo no teu sossego


Tantas vezes
no meio da multidão
procuro o teu olhar!
A sombra do teu sorriso
Que me renova os sonhos…

Junto pedaços da história,
sonho o amor
que em mim tatuas-te
com o teu carinho
vertido em mântica de paixão!

Navego
com as pálpebras vendadas,
a tua fragrância
alimenta a coragem
para mais um passo
em que te sinto ao meu lado
sem correntes
ou adornos fúteis…

Versejo no teu sossego
bebo do teu olhar
a cumplicidade que me faz
amar-te desmedidamente!

Ana Coelho

Onde eu estava com a cabeça?


Onde eu estava com a cabeça,
quando deixei que você me abraçasse,
me apertasse como se o mundo fosse acabar?

Onde eu estava com a cabeça, quando te roubei
um beijo, e num lampejo, você me devolveu
saboreando meu gosto de flôr e fruta?

Onde eu estava com a cabeça quando marquei
nosso encontro, e nossos abraços se acharam
nossas pernas se enroscaram, e tudomais podia esperar?

Onde eu estava com a cabeça, quando te dei a chave
de mim, e você abriu, dormiu, amou, morou e partiu?

Onde eu estava com a cabeça?
No pescoço?
Nas Nuvens?
Não.
Por certo, no lugar de sempre,
no coração.

Sandra Freitas



[....]

Nasceu este amor
como gratidão ao Sol!

Iluminou
nossas almas
que andavam desavindas.

Cresce este amor,
entre lágrimas
e sorrisos.
Dei-me todo
a esta paixão,
que não pára
neste palpitante coração!

Choras,
porque o desejas,
mas …
Vestes o silêncio
e amas …

Guardas para ti
este amor,
esta loucura,
esta paixão...

... e a tua cabeça
está sempre
nos nossos corações
!


José Manuel Brazão

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O nosso olhar [Belarose-Zé] - Poemas de amor - Poemas e Frases - Luso-Poemas


O nosso olhar [Belarose-Zé] - Poemas de amor - Poemas e Frases - Luso-Poemas

Beleza sublime! - Poemas - Poemas e Frases - Luso-Poemas


Beleza sublime! - Poemas - Poemas e Frases - Luso-Poemas

Com o tempo...


Com o tempo, o olhar perdeu o embaraço
O sorriso sóbrio já não cogita perplexidade
Esqueceu o período que andou sem lógica
E as tantas vezes que sonhou, debalde
.
Com o tempo, rompeu-se a imaginaria linha
Que eternizava e garantia o presente denso
O conhecimento teceu fios numa trama forte
Miraculosa coesão, num sentimento intenso
.
Com o tempo, o que era sem nexo, conciliou
O enredo da inspiração granjeou coerência
A poesia irrigou, povoando o deserto do texto
De grisalho enfeitou a cabeleira da vivencia.

Glória Salles

Morrer de amor - Poemas de amor - Poemas e Frases - Luso-Poemas


Morrer de amor - Poemas de amor - Poemas e Frases - Luso-Poemas

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Coisas simples



Gostava eu que me lesses
na ponta dos dedos.
Que me fizesses estrada
do teu caminho,
onde percorrêssemos
de mãos dadas
o areal junto do teu mar.
Gostava eu de me deitar
no luar da tua noite
e seduzir-te entre as estrelas.
Ser corpo de vinho tinto
e embriagar-te de mim.

Gostava eu, de ser tua…
… no momento exacto
que me desejasses ter.

Vanda Paz

Vejo o Natal com as Crianças!


Rosas da minha vida

As minhas rosinhas,
rosas da minha vida,
crescem viçosas,
viradas para o Sol,
que as aquece
dando-lhes amor!

São tratadas,
com carinho
para sorrirem
num futuro azul,
como o céu!

Serão preparadas,
para repartir amor,
exalar paixão,
por quem
lhes estenda a mão
nesta magia
onde haja amor
e compaixão!

Estas rosas,
rosas da minha vida,
olhando,
vejo-as como Anjos…

José Manuel Brazão